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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

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segunda-feira, 25 de março de 2019

Em Banho-Maria


A mentira só dura
Enquanto não chega a verdade
Até lá vive-se em clausura
Com medo da honestidade

O mentiroso nem se apercebe
Das vezes que cai na mentira
Pensa que os olhares que recebe
São de quem a história engolira

Ser falso e trapaceiro
Tornou-se numa epidemia
A arte de ser verdadeiro
 Ficou em banho-Maria.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Falsa Intenção


Sabes, quando estavas a meu lado
E num abraço apertado
Dizias que eu era o teu mundo?
Agora sei de fonte segura
Que a mentira não perdura
E nunca permanece no fundo

Sabes, quando eras carinhoso
Sempre o mais atencioso
E preocupado comigo?
Descobri a muito custo
Que nunca foste justo
Nem sequer um amigo

Sabes, quando andava enganada
A sentir-me a mais amada
O centro da tua atenção?
Nas pancadas que levei
E nas dores que chorei
Percebi a tua falsa intenção.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Carroça vazia



Tanto nariz empinado
Para tão fraca altivez
Tão pouco carinho e cuidado
O que esta gentalha nos fez

Não se dão com a ralé
Nem descem do salto alto
Aos poucos perco a fé
Que escorreguem no asfalto

Tão pouca primazia
Reles seres de fraco bandulho
São como a carroça vazia
Que faz imenso barulho.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Muita gente tropeça

Fonte: Google Images

Quem tropeça mas não cai
Conhece todas as manhas
Quem suspira sem dar ai
 Alimenta-se de artimanhas

Quem à chuva não fica molhado
Alguma andou a tramar
Quem ao sol não fica queimado
Ou roubou ou está para roubar

Quem não semeia e colhe
De algum lado tirou
Quem corta e não encolhe
A muita gente enganou.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

A UM MENTIROSO

Ó tu que mentes, tu que enganas
Tu que vives de mentir
Se acabas por cair nas tuas tramas
Não há volta que te valha p’ra sair

Alimentas-te do “disse que disse”
Respiras a tua verdade
Ó mentiroso, por que insistes
Em manter esta falsa felicidade?

Persegues com unhas e dentes
As presas das tuas mentiras
Preparas o falso discurso
Nem sentes as mãos já tão frias

Pois digo-te ó mentiroso
Tanto em verso como em prosa
Não há pessoa mais cruel
Que aquela que é mentirosa
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