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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

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segunda-feira, 24 de junho de 2019

O chão é pedregoso


Não enxergo o caminho que piso
Sinto que vou acabar no abismo
Oiço ao longe choro e riso
Foi tudo destruído pelo vandalismo

O frio entranha-se até à alma
As mãos têm pouca sensibilidade
Na escuridão não se vê vivalma
Não parti totalmente e já sinto saudade

O chão é duro e pedregoso
Vou arrastando algo com meus passos
Se me deparar com alguém perigoso
Temo acabar em pedaços

Sigo o caminho quase moribunda
A coragem ameaçou que me vai abandonar
Estou quase a deixar-me ficar em terra funda
As conquistas nunca me deixaram ganhar

sexta-feira, 15 de março de 2019

Ser capaz de ganhar


Você vai dar um jeito 
E voltar de novo
Dentro do seu peito
Bate a força de um povo

Você já ganhou a guerra
Com a coragem dos audazes
Aqueles que caem por terra
Nunca acreditaram ser capazes

Você atingiu a meta
A profecia foi realizada
A bagagem que isso acarreta
Já há muito foi despachada.

sábado, 22 de dezembro de 2018

Guerra de Hipocrisias

Fonte: Google Images

Muros caídos
Sonhos destruídos
Guerra de hipocrisias
Desapego emocional
Um futuro disfuncional
Repleto de heresias

Valores desprezados
Por burros doutorados
Uma legião de indigentes
Um mundo sem estandarte
Que vai morrer de enfarte
Sem deixar sobresselentes.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Se ganharmos a guerra



É impossível ganhar todas as batalhas
Porque ser humano é conhecer a derrota
Continuar a lutar, sem admitir as falhas
Além de burrice, é fazer-se de idiota

A luta é mais desafiante
Quando o inimigo é persistente
E por vezes torna-se viciante
Pôr à prova o mais competente

Quando a guerra estiver ganha
A bajulação fica em banho-maria
Há que contar com a artimanha
Daqueles que vivem da bestaria.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Qual Guerra?

(imagem retirada da internet)

Parti p’ra guerra desarmada
Sem coragem, medo,
Desamparada!
Roubei as armas do passado
Das batalhas de ninguém
E enfrentei o desagrado
Da acidez que a vida tem.

Lutei por nada sem sentido
E por tudo sem saber
Gritei e sofri pelo perigo
Da vitória que não queria ter.

Esgotaram-se as forças e os ideais
De uma guerra de heróis baratos
E quando os mártires já não o são mais
Apela-se até ao mais comum dos fracos.

Porquê ter que lutar p’ra ser herói
Se até a escuridão já nos corrói
Basta aprender a ver em cada dia
A luta que travamos com sabedoria.

Autoria: Isabel Maria T. Mendes

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

QUAL GUERRA

Parti p’ra guerra desarmada
Sem coragem, medo,
Desamparada!
Roubei as armas do passado
Das batalhas de ninguém
E enfrentei o desagrado
Da acidez que a vida tem.

Lutei por nada sem sentido
E por tudo sem saber
Gritei e sofri pelo perigo
Da vitória que não queria ter.

Esgotaram-se as forças e os ideais
De uma guerra de heróis baratos
E quando os mártires já não o são mais
Apela-se até ao mais comum dos fracos.

Porquê ter que lutar p’ra ser herói
Se até a escuridão já nos corrói
Basta aprender a ver em cada dia
A luta que travamos com sabedoria.
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