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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

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sábado, 6 de julho de 2019

O Amor nada esquece


A essência que contempla o amor
Devia seguir sempre a rigor
E actualizar-se constantemente
Os efeitos chamados colaterais
Com causas nem sempre naturais
Incomodam e cansam a gente

O amor percorre de forma incansável
Um ideal por vezes irrealizável
Mas não desiste sem dar luta
O caminho feito lado a lado
Transmite um dever realizado
E um esforço de maioria absoluta

Um cuidado extra, acrescido de cautela
Com carinho dengoso de novela
É o tratamento que o meu amor merece
Se na estrada terminar o alcatrão
E a poeira me toldar a visão
Seguirei às cegas, o amor nada esquece


quarta-feira, 29 de maio de 2019

Não caíste de um pedestal

Não foi de um pedestal
De onde clamas que caíste
Não percebeste o sinal
Nem porque te distraíste

Não foi nenhum trono
Que deixaste para trás
Sofreste de abandono
E ainda não encontraste paz

Não será com arrogância
Que seguirás um bom caminho
A tua história tem discrepância
Não te entendes sozinho

Não será com falso moralismo
Que retomarás a tua missão
Estás tão perto do abismo
E nem assim aprendes a lição

terça-feira, 21 de maio de 2019

Sairei em Cortejo


Serei condecorada
De faixa encarnada
Com pompa e circunstância
Serei aplaudida
Sem emoção contida
Até à última instância

Sairei em cortejo
Por todo o vilarejo
Estarei no auge da popularidade
Serei seguida por centenas
Ecoar-se-ão cantilenas
Esquecerei a todo o custo a realidade
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