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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

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sexta-feira, 16 de agosto de 2019

A ambição está morta


Perdi a certeza do motivo da minha existência
As dúvidas assolam agora os meus dias
Pergunto-me “como é que tu vivias?”
Se agora pareço entregar-me à decadência

A lista dos prós e contras que elaborei
Já não faz sentido algum para mim
Não aceito que me vou deixar assim
Ter que assumir a todos que não lutei

As ideias baralham-se na minha cabeça
E a organização sempre foi o meu forte
Será desta maneira que irei conhecer a morte?
Espero veementemente que alguém me apareça

Dizem as mentes sempre entendidas
Que amanhã podemos sempre recomeçar
Penso que elas querem mesmo acreditar
Que nunca se irão sentir perdidas

Então amanhã volto à cepa torta
Provavelmente já com tudo resolvido
O futuro certamente estará comprometido
Já que a ambição continua morta

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