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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

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segunda-feira, 27 de março de 2017

O vento lá fora

Imagem: internet

O vento que oiço lá fora
Corre apressadamente
Não sei onde mora
Nem se conhece muita gente

Por onde passa acelerado
Deixa um frio de arrepiar
O dia torna-se pesado
E mais difícil de aguentar

Vai vento, segue em frente
Por aqui já não és preciso
Quem não concorda, mente
Ou então tem pouco siso.

                                                                              

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

A Chuva e o Frio

Imagem: Internet


A chuva hoje cai de mansinho
Quase nem faz barulhinho
Não nos quer incomodar
O frio veio à boleia
Deixando a casa cheia
De ar fresco de arrepiar

Ao meio do dia
Cansada da companhia
A chuva foi embora
O frio que estava a pé
Aproveitou a maré
E saiu porta fora.

                                                                     


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

VAZIO E SOLIDÃO

(imagem retirada da internet)

Às vezes o vazio é enorme
Tudo consome
Sem olhar a meios
O silêncio faz-lhe companhia
A alma fica mais fria
E a vida aceita perder os freios

A penumbra impera
Nos dias de solidão
A presa cedeu à fera
A luz perdeu para a escuridão

Os ossos sentem o frio
Que gelam sem piedade
Volta de novo o vazio
Insiste em levar-me a sanidade

Apelo à coragem
Por mais uma viagem
Sem forças não consigo seguir
A fé começa a esvair-se
A esperança a partir-se
O pesadelo volta a assumir

Sou um pedaço de pedra
Ao pó irei regressar
Vou sobrevivendo como a hedra
Trepando para tentar escapar.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

CHUVA

(imagem retirada da internet)

A chuva ofereceu-se para pernoitar
Sem ninguém autorizar
E até fez a própria cama
Passou a noite a bater na janela
Iluminada com a luz da vela
E a sujar o chão com lama

As suas gotas eram frias e grossas
E ao cair nas poças
Perdiam-se no meio da água
Não quis nenhuma companhia
Nem mala ela trazia
Apenas se acompanhava da mágoa

E choveu até de madrugada
Deixando uma manhã gelada
E um silêncio perturbador
No momento da partida
A chuva quis ser uma querida
E ofereceu-nos um arco-íris multicor.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

INVERNO

(imagem retirada de PHOTOBUCKET)

Frio, neve, lareira,
Chuva, vento, braseira,
Palavras soltas p’ra definir
A estação que nos anda a seguir
Cobertor, neve, agasalho,
Serão passado ao borralho
Noites frias, pés gelados
Dias curtos, adiantados
Um chá bem quente ao anoitecer
Dois dedos de conversa antes de adormecer
Manhãs difíceis de engolir,
Tal não é o frio que nos querem impingir
Cachecol ao pescoço, olhar derribado
Mão metidas nos bolsos, andar apressado
Tudo vale no jogo de aquecer
Não há bom nem mau perder
Este Inverno que teima em se impor
Com certeza que raptou o calor!
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