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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

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quarta-feira, 10 de julho de 2019

A Paciência


Numa tarde de calmaria
Com uma brisa aconchegante
Encontrei a paciência junto à ria
Pensativa sem nenhum acompanhante

Cheguei-me à sua beira
E cumprimentei-a com educação
Queria encontrar maneira
De perguntar se conhece a solidão

Meio encabulada, lá consegui perguntar
E ela sorridente me respondeu
A solidão é o único lugar
Onde se encontra o que se perdeu

Gabei-lhe a sensatez e a maturidade
Ter paciência não é para qualquer um
Disse-me que muitas vezes a felicidade
Nasce de quando se evita o zunzum

Despedi-me e agradeci a sabedoria
Espero encontra-la regularmente
A paciência sabe que a alegria
Não é um dom para toda a gente

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Moer a paciência


É o pingo da torneira
Que parece ensurdecedor
É o crepitar da lareira
Que exagera no calor

É a mosca p’ra lá de chata
Que me mói a paciência
É o tilintar dos talhares de prata
Que testam a minha resiliência.
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