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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

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sexta-feira, 7 de junho de 2019

A Solidão é uma Pobreza


A solidão é uma pobreza
E a sua tamanha grandeza
Ultrapassa um nível vergonhoso
Apesar de fácil resolução
Há quem não ajude o seu irmão
Porque já nem sabe ser afectuoso

Os pobres do abandono
Pobres sem rei nem trono
Vivem de escassa esmola
Pobreza de vida cruel
Onde a companhia sabe a fel
Solidão do vazio na gaiola

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Alma, até Almeida

Fonte: Google Images

O dinheiro é que comanda a alavanca
Que sem piedade governa o mundo
A democracia já bateu no fundo
E a liberdade segue manca não manca

O poder está nas mãos erradas
A pobreza está em expansão
Triste daquele que não poupa um tostão
E que em cada esquina vê encruzilhadas

Alma, até Almeida
Do medo nascem os heróis
Seremos mais brilhantes que mil sóis
E gigantes como uma cefeida.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Portugal precisa de um "Robin dos Bosques" (repost)

(imagem retirada da internet)


Portugal precisa de um Robin dos Bosques
Para ajudar a dar de “frosques”
Com a maldita crise
É tempo de usar os collants
Esquecer as promessas vãs
E deixar que a seta deslize.

Vamos em bando tirar aos ricos
Fazê-los descer dos picos
E ensiná-los a dividir
Pobre não nasce ninguém
A pobreza nem Mãe tem
Mas arranja sempre onde ir dormir.

Que o frade nos ajude a rezar
Para na hora de acertar
Agirmos com inteligência
Se por um acaso falharmos a direcção
Alegamos que é recente a profissão
E pedimos equivalência.

E quando o Robin voltar carregado
Com o material do plano elaborado
Vamos escondê-lo em vários locais
É que guardar o produto todo no mesmo lugar
Além de burrice, é trazer o azar
Há sempre quem queira criar sucursais.

De terra em terra, de porta em porta
Vamos distribuir o fruto da nossa horta
E não esquecer de avisar a comunicação
Porque isto de ser Robin dos Bosques secreto
Não dá fruto, nem trabalho certo
Até aparecermos na televisão.

(este poema é de 2013, mas continua actual)
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