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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
FELIZ NATAL!

Seria tão simples
Seria tão bom
Pedir um desejo
Sempre que quisesse
E quando saísse do tom
Parava um instante
E dizia para mim
Que mesmo que não pudesse
Naquele momento
Voltar a entrar no ritmo
Nem por fora, nem por dentro
Fechava os olhos
Para ver bem lá no fundo
Que o meu pedaço de mundo
Não vai cair aos molhos
Só porque numa altura da vida
A estrada me deixou perdida
Sem caminho para seguir
Porque o que importa
É falar à vida a sorrir
E nunca fechar a porta
Ao passado metediço
Deixando o presente entrar ao serviço
Seria tão bom
Pedir um desejo
Sempre que quisesse
E quando saísse do tom
Parava um instante
E dizia para mim
Que mesmo que não pudesse
Naquele momento
Voltar a entrar no ritmo
Nem por fora, nem por dentro
Fechava os olhos
Para ver bem lá no fundo
Que o meu pedaço de mundo
Não vai cair aos molhos
Só porque numa altura da vida
A estrada me deixou perdida
Sem caminho para seguir
Porque o que importa
É falar à vida a sorrir
E nunca fechar a porta
Ao passado metediço
Deixando o presente entrar ao serviço
terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Olha amor, por que não partimos
Sem destino, nem mapa na mão
Iremos como um simples menino
Que faz rodar o seu bonito pião
Olha amor, se à beira da estrada
Encontrarmos um pouco de cansaço
Promete que pensamos duas vezes
Antes de darmos ao nosso caminho um pouco de espaço
Olha amor, se à noite as estrelas
Se negarem a brilhar
Não te assustes, nem te desiludas
Porque o que nos une, basta para nos iluminar
Vais ver amor, que no fim do caminho
Para o qual não traçámos direcção
Vai ser tão simples como nas mãos de um menino
Que sorrindo guarda o seu pião
Sem destino, nem mapa na mão
Iremos como um simples menino
Que faz rodar o seu bonito pião
Olha amor, se à beira da estrada
Encontrarmos um pouco de cansaço
Promete que pensamos duas vezes
Antes de darmos ao nosso caminho um pouco de espaço
Olha amor, se à noite as estrelas
Se negarem a brilhar
Não te assustes, nem te desiludas
Porque o que nos une, basta para nos iluminar
Vais ver amor, que no fim do caminho
Para o qual não traçámos direcção
Vai ser tão simples como nas mãos de um menino
Que sorrindo guarda o seu pião
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