Tolo aquele
que se deixa levar
Quando
pode pelo seu pé caminhar
Seguindo
por caminhos dúbios
Tolo aquele
que, para fugir à morte
Torna-se
adepto de qualquer sorte
E embrenha-se
sempre em distúrbios
Tolo aquele
que fala em demasia
Não prima
pela cortesia
Chega a
nunca nada dizer
Tolo aquele
que crê cegamente
Já não
distingue quem lhe mente
De tolice
nunca deixa de sofrer

