Sinto a
maldade nas entranhas
E já não
considero estranhas
As más
atitudes que cometo
Luto
contra esta enfermidade
A
cobardia é menor que a ruindade
Mas hei-de
vencer, eu prometo
Do silêncio
tentei ser aliada
Mas não
me valeu de nada
Continuo
no, mesmo, mau caminho
A maldade
apoderou-se de mim
Não consigo,
nem sei, pôr-lhe um fim
Sinto-me
à roda, como as velas de um moinho