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quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Baile da Despedida


Perdi o sapato, mas continuei descalça
Apesar do aparato, não perdi a valsa
O chão estava frio e nada aconchegante
O salão quase vazio, de pobre semblante

A pouca audiência que estava a assistir
Não conhece a decência, nem sabe aplaudir
Mentes fechadas, a transbordar de intrigas
Atitudes manchadas, que só causam brigas

O baile da despedida continuou apagado
Nem à hora da partida ficou animado
Vazio o encontramos aquando da chegada
Vazio o deixamos na hora da debandada

4 comentários:

  1. Perdeu o sapato do pé,
    o qual descalço ficou
    foi com esperança e fé
    que no baile continuou!

    Até se apagarem as velas,
    acesas dançaram no salão
    só terão depois do apagão
    acontecido coisas belas?

    Você nas velas acesas se inspirou,
    para escrever esse poema iluminado
    o qual até esta data não se apagou
    na esperança de encontrar o sapato!

    Gostei do poema por ser tão fantástico,
    onde é que foi buscar tanta imaginação
    terá sido no baile pelas velas iluminado
    toda a noite dançando lá naquele salão?

    Tenha uma boa tarde Isamar. Beijinhos.

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  2. Um poema muito interessante. Uma metáfora perfeita da nossa vida.
    Abraço

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