Se eu te pudesse alcançar
E em ti tocassem meus dedos
Sentias todo o meu ser
Desvendavas meus segredos.
Em cada gota de chuva que cai do céu
Gostaria que levasse um recado meu
E ao cair em teu rosto sem pedir licença
Diria-te “Amor quero a tua presença”.
Diz-me coisas sobre ti
Fala-me, quero-te ouvir
Pois teu mundo agora é o meu
Entrei sem querer, sem te pedir.
Por que causaste em mim
Estranho sentido de dependência
És o meu néctar da vida
Minha tortura, minha eloquência
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
domingo, 11 de maio de 2008
HABITUEI-ME A TI
Habituei-me ao teu toque
Ao teu beijo, ao teu falar
Pede-me um só desejo
E é só teu o meu olhar.
Habituei-me ao teu sorriso
Ao teu ser, à tua essência
Morro por ti, se for preciso
Minha vida, minha demência.
Habituei-me a partilhar
Cada momento contigo
E nesta escola do “saber amar”
O “eu” não existe, é um perigo.
Habituei-me ao teu silêncio
Aos teus olhos, que tortura!
Tenho medo que se te perder
Inconsciente me entregue à loucura.
Ao teu beijo, ao teu falar
Pede-me um só desejo
E é só teu o meu olhar.
Habituei-me ao teu sorriso
Ao teu ser, à tua essência
Morro por ti, se for preciso
Minha vida, minha demência.
Habituei-me a partilhar
Cada momento contigo
E nesta escola do “saber amar”
O “eu” não existe, é um perigo.
Habituei-me ao teu silêncio
Aos teus olhos, que tortura!
Tenho medo que se te perder
Inconsciente me entregue à loucura.
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