Levei a
mão ao peito
E mesmo
sem jeito
Supliquei
o Teu perdão
Pesa-me
a alma dorida
Não consigo
deixar escondida
Esta dor
que me causa aflição
De cabeça
baixa e envergonhada
Luto com
esta silenciosa trovoada
Preciso
com urgência da Tua clemência
As lágrimas
lutam para não sair
Já não
sei como não as deixar ir
Pai, aceita
a minha penitência
O rosário
ampara-me a oração
Peço-Te
que segures a minha mão
Anseio
pela brandura do Teu amor
Ajoelho-me
agora, dando graças
Mesmo pequenas
as uvas passas
São da
linhagem do sangue do Senhor







