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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

NOITE ESCURA

(imagem retirada do photobucket)

Quando o sol se põe sem avisar
E nos deixa no escuro sem querer
Confesso que ainda não sei lidar
Com este andar às cegas p’ra viver

Não há como um dia após o outro
Assim diz a sabedoria popular
Porque mesmo sendo a noite sombria
O sol volta sempre a brilhar

Se o travesseiro é bom conselheiro
Tenho uma reclamação a fazer
Todas as noites lhe peço ajuda
E continuo à espera que me possa atender

Se a noite se veste de escuro
Não dando atenção ao que está na moda
Será que o mais comum dos mortais
Não se contenta com uma só poda?

Apesar do hábito normal
De adormecer e acordar
A minha alma ainda tem receio
Do simples acto de deitar.

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