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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Feliz Ano Novo

(imagem retirada da internet)


Mais um ano a terminar
Mais um ciclo que sai de cena
Resta agora ponderar
Se tudo valeu a pena.

Para o novo ano que começa
Os desejos são sempre iguais
Saúde, paz e felicidade
Porque o resto são coisas banais.

Os planos que traçarmos
Seja a meio ou no início
Nunca se concretizam
Sem um pouco de sacrifício.

Que entremos no nosso melhor
Seja por que pé for
Que os desejos se tornem reais
Sempre à pala com o amor




terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Em memória da "Guidinha"


A Guidinha "partiu" ontem, dia 28/12/15.
Obrigada por estes 4 anos de ternura.

Animais são estrelas cadentes
São bonitos presentes
São o aconchego para o coração.
Animais são pedras preciosas
São as notas mais harmoniosas
São o Amigo e o Irmão.

Animais são o abraço apertado,
São o sorriso rasgado
São o Amor incondicional.
Animais são o penso na ferida
São o dar sem contrapartida
São a bondade no seu estado natural.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Feliz Natal

(imagem retirada da internet)

Um cheirinho a rabanadas
Que percorre todas as casas
Um pinheiro iluminado
Que abriga o bem-amado.

A lareira vai ardendo com vontade
Aquecendo na aldeia e na cidade
As famílias vão ficando mais perto
Juntas do calor que é sempre certo.

Natal de estrelas, sinos e bolas
De luzes, fitas e azevinho
Natal tão simples de enfeitar
Apenas com o amor nascido do carinho.

Há quem continue a ser egoísta
A não fazer o bem, a querer o mal
Há quem nem nesta altura consiga dar a mão
Mas provavelmente nem sabem que é Natal.

Quem por nós se deu sem retaliar
Ensinou-nos a beleza que há em perdoar
Que ponhamos em prática este ensinamento
Para juntos celebrarmos tão importante nascimento.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Natal

(imagem retirada da internet)

Querem roubar-nos descaradamente
A verdadeira essência do Natal
E nós por simples preguiça, infelizmente
Deixamo-nos enganar sem igual.

Lá nos vêm convencer
Com sarcasmo e mal dizer
Que o Natal é gastar à farta
Que é o pai natal e a sua carta.

E nós lá os pomos à janela
Junto à porta e no telhado
Com medo que o pai natal
Se vá esquecer e nos passe ao lado.

Que tristeza a nossa, que desgraça
Quando as luzinhas do jardim e da vidraça
Deixam de piscar tão de repente
Enquanto as do vizinho brilham lindamente.

Não damos ou não queremos dar
O devido valor à época natalícia
Preferimos ser macacos de imitação
E jogar um jogo sem perícia.

Enquanto o pai natal nos ocupa a casa
E nos cobra um preço dispendioso
O Menino que não pediu p’ra nascer
Nos deu a vida, o bem mais valioso.

Peço, espero e anseio
Que o Natal se celebre como veio
Com o nascimento do Rei de um povo carente
Que trouxe ao mundo uma esperança presente.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Dias de chuva (poesia infantil)

(imagem retirada da internet)

Hoje está a chover
O chão está todo molhado
Não posso ir à rua ver
Se não fico todo encharcado.

São tantas gotas de água
Que caem da senhora nuvem
Nem as consigo contar
De tão depressa que fogem.

Acho que vou ficar em casa
A ver as horas passar
E vou inventar brincadeiras
Até a chuva acabar.

Se calhar vou ler um livro
Fazer um desenho
E até dormir
O que importa é não desanimar
E acima de tudo me divertir
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