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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
Feliz Natal
(imagem retirada da internet)
Um cheirinho
a rabanadas
Que percorre
todas as casas
Um pinheiro
iluminado
Que abriga o
bem-amado.
A lareira
vai ardendo com vontade
Aquecendo na
aldeia e na cidade
As famílias
vão ficando mais perto
Juntas do
calor que é sempre certo.
Natal de estrelas,
sinos e bolas
De luzes,
fitas e azevinho
Natal tão
simples de enfeitar
Apenas com o
amor nascido do carinho.
Há quem
continue a ser egoísta
A não fazer
o bem, a querer o mal
Há quem nem
nesta altura consiga dar a mão
Mas
provavelmente nem sabem que é Natal.
Quem por nós
se deu sem retaliar
Ensinou-nos
a beleza que há em perdoar
Que ponhamos
em prática este ensinamento
Para juntos
celebrarmos tão importante nascimento.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Natal
(imagem retirada da internet)
Querem roubar-nos descaradamente
A verdadeira essência do Natal
E nós por simples preguiça,
infelizmente
Deixamo-nos enganar sem igual.
Lá nos vêm convencer
Com sarcasmo e mal dizer
Que o Natal é gastar à farta
Que é o pai natal e a sua carta.
E nós lá os pomos à janela
Junto à porta e no telhado
Com medo que o pai natal
Se vá esquecer e nos passe ao lado.
Que tristeza a nossa, que desgraça
Quando as luzinhas do jardim e da
vidraça
Deixam de piscar tão de repente
Enquanto as do vizinho brilham lindamente.
Não damos ou não queremos dar
O devido valor à época natalícia
Preferimos ser macacos de imitação
E jogar um jogo sem perícia.
Enquanto o pai natal nos ocupa a casa
E nos cobra um preço dispendioso
O Menino que não pediu p’ra nascer
Nos deu a vida, o bem mais valioso.
Peço, espero e anseio
Que o Natal se celebre como veio
Com o nascimento do Rei de um povo
carente
Que trouxe ao mundo uma esperança
presente.
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