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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

DE CANETA NA MÃO...


De caneta na mão
E saudade na alma,
Tento enganar o coração
Para ver se sofre com mais calma.

As palavras saem devagar,
Entre soluços de medo.
As frases começam-se a formar,
Para poder mostrar o meu degredo.

O texto continua a ser escrito,
Porque as noites não têm fim.
O pouco que ainda foi dito,
Não mostra a tristeza que há em mim.

1 comentário:

  1. O pouco que foi dito, não é tristeza. Antes, alegria e boa disposição para que a musa continue fértil e frutificando.
    Este é daqueles que gosto, porque diz tudo em poucas palavras.
    Parabéns... continue... ou continuem!

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