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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Alma Dorida


Levei a mão ao peito
E mesmo sem jeito
Supliquei o Teu perdão
Pesa-me a alma dorida
Não consigo deixar escondida
Esta dor que me causa aflição

De cabeça baixa e envergonhada
Luto com esta silenciosa trovoada
Preciso com urgência da Tua clemência
As lágrimas lutam para não sair
Já não sei como não as deixar ir
Pai, aceita a minha penitência

O rosário ampara-me a oração
Peço-Te que segures a minha mão
Anseio pela brandura do Teu amor
Ajoelho-me agora, dando graças
Mesmo pequenas as uvas passas
São da linhagem do sangue do Senhor

10 comentários:

  1. Querida amiga.
    Que prece tão bela!
    Poetizou-a muito bem, parabéns pela inspiração.
    Uma semana harmoniosa e aconchegante. 🌷
    Beijinhos
    ~~~~~

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    Respostas
    1. Amiga Majo,
      Obrigada pelas suas palavras.
      Uma semana muito feliz para si também, beijinhos

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  2. Um poema-prece muito bonito.
    Abraço e uma boa semana

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  3. A passar por cá para conhecer mais um bonito poema.

    Isabel Sá  
    Brilhos da Moda

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  4. Um poema cheio de luz e de força e de esperança numa "mão" que ampare... num salto de fé

    Muito bonito

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