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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

INVEJA

Não tem cura, nem remédio
Nem sequer porque aparece
Se calhar do imenso tédio
De que a pessoa padece.

Não é genética nem tem cura
Nem tão pouco tem motivo plausível
Provoca uma certa amargura
E um efeito desprezível.

Causa danos e mal-estar
A quem por ela é afectada
Maldita sejas ó “doença”
Que sem sintomas és malvada.

És usada diariamente
Por almas vazias e acomodados
Inveja é o teu nome próprio
E alcunha “arma dos derrotados”.

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