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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Recebemos o que damos

(imagem retirada da internet)


Recebemos aquilo que damos
Isso não há que enganar
Colhemos o que semeamos
Tão certo como o dia terminar

Não se pode receber um abraço
Em troca de uma ingratidão
Não se pode derreter o aço
Com palavras de brusquidão

Não se consegue colher uma flor
Quando se plantou uma urtiga
Da maldade não nasce amor
E da honestidade não nasce intriga.

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