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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

VAZIO E SOLIDÃO

(imagem retirada da internet)

Às vezes o vazio é enorme
Tudo consome
Sem olhar a meios
O silêncio faz-lhe companhia
A alma fica mais fria
E a vida aceita perder os freios

A penumbra impera
Nos dias de solidão
A presa cedeu à fera
A luz perdeu para a escuridão

Os ossos sentem o frio
Que gelam sem piedade
Volta de novo o vazio
Insiste em levar-me a sanidade

Apelo à coragem
Por mais uma viagem
Sem forças não consigo seguir
A fé começa a esvair-se
A esperança a partir-se
O pesadelo volta a assumir

Sou um pedaço de pedra
Ao pó irei regressar
Vou sobrevivendo como a hedra
Trepando para tentar escapar.

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