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A Autora,

Isabel Mendes (Isamar)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010



Apareceste na minha rua
Num dia em que o céu chorava
Esqueces-te que já não sou tua
E que por ti já nenhum sentimento restava

Quiseste comigo falar
Para dizer o que já não quero ouvir
Por piedade resolvi aceitar
Para mais uma vez te ver a mentir

Os teus gestos eram tão poucos
Tão simples, tão sem noção
Forçaste-me a fazer ouvidos moucos
Ao que chamas de pedido de perdão

Com tanta conversa sem sentido
Nem te preocupaste em ser verdadeiro
Aceita, és um caso perdido
Mas não serás o último, nem foste o primeiro

Disseste adeus e foste embora
Admitiste ter sido vencido
Desejei-te o melhor pela vida fora
E que nunca dês nada por garantido

2 comentários:

  1. Alguém esteve em causa?
    Com um cheirinho a brejeirice, a última estrofe da última quadra «e que nunca dês nada por garantido», parece dirigir-se a alguém que, costumamos dizer, era «um convencido»...

    J M Ferreira

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  2. com certezaa!
    amo poesia e no meu blog tem algumas minhas..
    seu blog é muito lindo ;)
    beijos pras duas
    ;*
    ;*
    um pra cada hehe

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